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Tradução da frase: "Levanta-te, homem! Porque por ti Deus se fez homem."


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Nome: Anne Karolyne

Idade: 18 anos

Cidade: Brasília

Religião: Católica apostólica romana

Manias: Batucar, cantar...

O que gosto de ouvir: Música católica, MPB, música clássica, blues, reggae, forró (de dançar)...

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[Sexta-feira, Abril 28, 2006]



** Soneto XLVII **

Entre olho e coração um pacto distinto,
Bem servir um ao outro deves agora.
Quando para ver-te o olho esta faminto,
ou a suspirar de amor o coração se afoga
o olhar desfruta o retrato de meu amor,
E o coração ao banquete figurado
Convida.De outra vez, ao imaginado amor
O olhar a tomar parte é convidado.
Assim, por meu amor ou tua imagem,
És sempre presente ainda que distante,
Pois não podes o pensar ir mais além
Se estou com ele a todo instante.
Se adormecem, tua imagem na minha visão
Desperta ao deleite vista e coração.

*(Willian Shakespeare)*



Por
Anne Karolyne - [Sexta-feira, Abril 28, 2006]

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[Quinta-feira, Abril 27, 2006]

Não sou budista, mas isso não me impede de admirar muito a filosofia do Budismo. Dalai Lama, um grande exemplo (e um guerreiro da paz), está no Brasil. Resolvi, então, postar um belo texto budista. Não é do Dalai Lama, mas do Sakyamuni, o Buda:



Foto do Dalai Lama


Sermão sobre a injúria

(O sermão da injúria é parte dos chamados textos canônicos, que registram as pregações de Buda, e que foram reunidos por uma comissão de sábios, cerca de 250 anos após sua morte)



O bem-aventurado observou os costumes da sociedade e notou quanta miséria decorre da malícia e de estúpidas ofensas feitas somente para satisfazer a vontade e o amor próprio.

Buda disse: "Se um homem insensatamente me faz mal, eu lhe pagarei com a proteção de meu desinteressado amor; quanto mais mal vem dele, mais bondade sairá de mim; a fragrância do bem sempre vem para mim e o ar nocivo do mal vai para ele".

Certo homem insensato, sabendo que o Buda seguia o princípio de amor que recomenda revidar o mal com o bem, começou a insultá-lo. Buda permaneceu em silêncio, lamentando sua insensatez.

Quando o homem terminou, Buda o chamou, dizendo: "Filho, se um homem declina de aceitar a dádiva que lhe é feita, a quem esta pertencerá?" E ele respondeu: "Neste caso, a dádiva pertencerá ao ofertante."

"Meu filho", disse Buda, "tu me injuriaste, mas eu declino de aceitar teus insultos, rogo-te que os guardes tu mesmo. Não te será isso uma fonte de desgosto? Como o eco pertence ao som e a sombra à substância, assim o mal recairá sem falta sobre o doador do mal."

O insultante não respondeu, e Buda continuou: "O homem perverso que censura o virtuoso é como aquele que olha o alto e escarra para o céu; o escarro não mancha o céu, mas recai e suja a sua própria pessoa."

E continuou: "O caluniador é como aquele que arremessa pó sobre outro quando o vento sopra contrário; o pó recairá sobre quem o lançou. O homem virtuoso não pode ser atingido e o mal que o outro pretendia infligir-lhe volta-se contra ele."

Por
Anne Karolyne - [Quinta-feira, Abril 27, 2006]

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[Quarta-feira, Abril 26, 2006]

Velho sol bobo e atarefado,
Por que você nos chama
Pelas janelas e cortinas?
As estações de quem ama
Seguem teu curso, por acaso?

Vá acordar meninas
Atrasadas para a escola
E aprendizes infelizes,
Seu malandro pedante
E descarado;

Vá dizer aos caçadores reais
Que o rei vai à caça,
E às formigas do campo
Que vão para os trigais.

O amor despreza climas e estações
E são farrapos do tempo
Para ele
As horas, os dias e os meses.

John Donne, em The Sun Rising ("O Sol Nascente")



Por
Anne Karolyne - [Quarta-feira, Abril 26, 2006]

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[Segunda-feira, Abril 24, 2006]

Nossa vida, sem sobressaltos públicos,
Acha línguas nas plantas, e livros nos livres
Regatos, e sermões nas rochas, e o bem
Em toda parte. Eu não a mudaria.

Shakespeare




Por
Anne Karolyne - [Segunda-feira, Abril 24, 2006]

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